sábado, 31 de julho de 2010

DATAS COMEMORATIVAS

PARA CASA DATA:____________

RECORTAR LETRAS DE REVISTAS OU JORNAIS E MONTAR NO RETÂNGULO ABAIXO O NOME DE SEU PAI.










QUANTAS LETRAS TEM O NOME QUE VOCÊ MONTOU?








AGORA, DESENHE SEU PAI.
Querido Papai,

Tenha paciência comigo. Tudo é tão difícil.O mundo é tão grande, e eu sou tão pequeno...
Há tanta coisa que me assusta...
Ás vezes quero parecer forte: grito, brigo, atropelo os outros...Faço barulho demais porque tenho medo, muito medo, de que se esqueçam de mim.
Quero ser bom, ter sempre afeição de todos e nem sempre sei bem como se consegue isso. É nessas ocasiões que mais preciso de seu amor, de sua segurança, de sua tranqüilidade.
Preciso ter a certeza de que ocupo um lugar importante em nossa casa, o lugar mais importante ainda é o seu coração. Mas não sei dizer tudo isso assim, e acabo fazendo exatamente ao contrário.
Lutando pelo seu carinho, quantas vezes o faço se zangar comigo. Procure compreender, PAPAI, e ajude-me a confiar em MIM.
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PARA VOCÊ COM MUITO AMOR

quinta-feira, 29 de julho de 2010

RECEITAS

Manjar de maracujá



INGREDIENTES
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite sem soro
1 lata de suco de maracujá concentrado
2 envelopes de gelatina sem sabor
5 colheres (sopa) de água

Calda
Polpas de 3 maracujás
1 xícara (chá) de água
2 xícaras (chá) de açúcar

MODO DE FAZER
Calda

Em uma panela coloque o açúcar, a água e as polpas de maracujá. Mexa. Deixe ferver por cerca de 16 minutos (até obter uma calda. Reserve)



Manjar

No copo do liquidificador coloque o creme de leite sem soro, leite condensado e o suco de maracujá. Bata para se agregarem. Com o liquidificador ligado, adicione a gelatina previamente hidratada com a água e dissolvida em banho maria. Continue batendo. Unte com óleo um refratário de vidro e passe rapidamente pela água. Coloque o manjar. leve para a geladeira por cerca de 4 horas. Desenforme. Decore com a calda fria.

FOLCLORE

 MULA SEM CABEÇA
Eu sou a Mula Sem Cabeça, uma lenda muito famosa e conhecida em todo o Brasil. Adoro a lua cheia, sou muito bonita, posso ser marrom ou preta, tenho ferraduras de prata e de aço, um relincho muito alto. No lugar de uma cabeça de mula tenho uma imensa chama de fogo que está sempre intensa. Eu queria ter cabelos bem longos e loiros, mas o que fazer se sou uma lenda sem cabeça?
Há quem diga que eu sou uma versão feminina do lobisomem e que fico assombrando casas perto de igrejas, imagina só. Eu não assombro só casas perto da igreja, assombro as que ficam longe também. Adoooro assombrar! Bú! Assustou? Não? Ah! Mas eu assombro todo mundo. Ninguém escapa de mim nas noites de lua cheia de quinta para sexta-feira. É nessa noite que me transformo de mulher para Mula Sem Cabeça.
E eu corro muito rápido e em alta velocidade durante toda a noite assombrando todo mundo que cruza o meu caminho, quanto mais eu corro mais gente eu assusto porque consigo ir rápido de um lugar para o outro. E fico assim em formato de Mula Sem Cabeça até o nascer do sol e o terceiro galo cantar. Aí eu volto pra minha forma humana.
Mas enquanto sou Mula sem Cabeça eu ataco muitas pessoas. Só não consigo atacar a pessoa quando ela deita de bruços no chão e esconde as unhas e os dentes. Daí eu sou obrigada a ir embora. Não gosto nada disso porque eu gosto mesmo é de assombrar. Nunca queira me encontrar, pois eu sou má e muito, muito assustadora. Quem me vê jamais esquece

terça-feira, 27 de julho de 2010

FOLCLORE

A LENDA DO MILHO

TABAJARA ERA UM VELHO ÍNDIO MUITO BONDOSO E QUERIDO PELO SEU POVO.
A TRIBO ESTAVA PASSANDO POR MUITA DIFICULDADE. NÃO HAVIA CAÇA E A PESCA ESTAVA DIFÍCIL.
O VELHO ÍNDIO, SENTINDO QUE IA MORRER, REUNIU OS HOMENS DE SUA TRIBO E DISSE:
— ENTERREM MEU CORPO NUMA COVA BEM RASA. CUBRAM-ME COM PALHA SECA E POUCA TERRA. ESPEREM VIR O SOL E A CHUVA. ALI NASCERÁ ALIMENTO PARA TODA TRIBO.
APÓS A MORTE DE TABAJARA, SEU POVO FEZ O QUE ELE HAVIA MANDADO.
SOBRE A COVA DO VELHO GUERREIRO, APARECEU UMA PLANTA. SUAS FOLHAS COMPRIDAS LEMBRAVAM A LANÇA DE TABAJARA.
SUA FLOR VISTOSA PARECIA O COCAR DO CHEFE ÍNDIO E A TRIBO DESCOBRIU QUE SUA ESPIGA ERA UM DELICIOSO ALIMENTO.
FOI ASSIM QUE SURGIU O MILHO.
(ADAPTAÇÃO DO FOLCLORE BRASILEIRO)


INTERPRETAÇÃO DO TEXTO

1-TABAJARA ERA UM:
A( )VELHO ÍNDIO
B( )VELHO NEGRO
C( )VELHO DOENTE

2-A TRIBO ESTAVA PASSANDO POR DIFICULDADES, POIS ESTAVA SEM:
A( )PESSOAS PARA PLANTAR
B( )CAÇA E PESCA
C( ) SEM MILHO E MANDIOCA

3-O VELHO ÍNDIO, AO VER QUE IA MORRER PEDIU PARA QUE:
A-( )JOGASSE SEU CORPO NO RIO
B-( )ENTERRASSE SEU CORPO NO MEIO DA FLORESTA
C-( )ENTERRASSE SEU CORPO NUMA COVA BEM RASA E CUBRISSEM COM PALHA E POUCA TERRA

4- NASCEU NA COVA DO VELHO ÍNDIO :
A( )MANDIOCA
B( )MILHO
C( )GUARANÁ

DATAS COMEMORATIVAS


segunda-feira, 26 de julho de 2010

ROCAMBOLE DE ARROZ

Tempo1h30Rendimento 8 PorçõesDificuldadeFácil

Ingredientes
3 xícaras (chá) de sobras de arroz branco
2 colheres (sopa) de cheiro-verde picado
Sal e pimenta-do-reino a gosto
2 ovos
1 xícara (chá) de leite
1 colher (sopa) de margarina
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
50g de queijo parmesão ralado
1 gema para pincelar
2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
Azeite para untar

Recheio:
300g de lingüiça defumada picada
1 colher (sopa) de cheiro-verde picado
1 copo de requeijão cremoso (200g)
200g de queijo mussarela ralado

Modo de Preparo
Em uma tigela, coloque os ingredientes do rocambole e misture bem até formar uma massa. Abra a massa sobre um pedaço de papel-alumínio untado com azeite e por cima coloque os ingredientes do recheio. Enrole a massa como rocambole, pincele com a gema misturada com o queijo parmesão, embrulhe em papel-alumínio e coloque em uma assadeira. Leve ao forno médio, preaquecido, por 25 minutos, retire o papel e deixe no forno por mais 10 minutos para dourar. Retire do forno e sirva em fatias. Se desejar, sirva acompanhada de salada verde e tomate